Vale a pena quitar as dívidas por meio de um empréstimo?

Vale a pena quitar as dívidas por meio de um empréstimo?
Vale a pena quitar as dívidas por meio de um empréstimo?

Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aponta que o número de famílias endividadas subiu de dezembro para janeiro.

Consequentemente isso mostra que os brasileiros se endividam cada vez mais, não somente por fatores financeiros pessoais como pela situação econômica no momento. Portanto através deste alto índice de endividamento, é muito comum que consumidores recorram a um empréstimo para sanar dívidas. Ainda que as dívidas tenham existência de juros. Porém, solicitar um emprestado não é garantia da quitação de dívidas, pois, se o empréstimo não for familiar ou com um amigo para que juros sejam baixos, esta “saída” pode se tornar o começo da famosa “bola de neve”.

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Vale a pena quitar as dívidas por meio de um empréstimo?

Quando vale a pena recorrer a um empréstimo para determinado uso?

Primeiramente é importante citarmos que é incontestável que em determinadas circunstâncias obter dinheiro em mãos através de um empréstimo para saldar as dívidas com juros altos passa a ser um ato de salvação, assim como o cheque especial ou cartão de crédito.

Por outro lado trocar uma dívida “maior” por uma “menor” pode ser um mau negócio. É necessário estudar a dívida. No cheque especial, por exemplo, os juros são muito altos. Uma das menores taxas de juros referente ao cheque especial para PF (pessoa física) é de 0,63% ao mês no BB (Banco do Brasil). Porém, a porcentagem é bem maior em comparação aos outros bancos populares.

Por exemplo:

  • Bando do Brasil: 11,99 a.m.
  • Caixa Econômica: 12,43% a.m.

Os do cartão de crédito, também são favoráveis a um endividamento até maior.

Confira:

  • Banco do Brasil juros de: 9,56% a.m.
  • Caixa Econômica Federal: 11,14% a.m.

Ainda sendo menores perante os do cheque especial, o pagamento via cartão de crédito acaba sendo mais usado se tornando mais popular. Ou seja, nas situações que os juros são elevados, o consumidor tem como benefício solicitar por um empréstimo caso os juros do mesmo forem menores.

Acima de tudo, é importante lembrarmos que antes constatar a empresa de crédito, procure estudar a possibilidade de recorrer primeiramente a um membro familiar ou amigo, pois os juros provavelmente serão menores ou quem sabe inexistentes. Porém, se não for possível, procure por um empréstimo onde juros e encargos sejam menores que a dívida atual, onde a forma de pagamento também ofereça benefícios para você.

É importante também analisar o valor das parcelas

Recomenda-se que as mesmas não passem de 30% da sua renda mensal. Em suma procure instituições de confiança, que obtenham cadastro positivo no Banco Central. No entanto a empresa Bom Para Crédito permite o contato entre os usuários e inúmeros parceiros que disponibilizam empréstimos a partir de 1,9% a.m.

FinanZero Brasil permite que o solicitante de crédito pessoal opte pelo pagamento de 6 até 24 meses. Exemplo: Ao solicitar um empréstimo de R$3.000,00 a taxa de juros será de 3,99% a.m, com o pagamento de até 12 meses. Sendo assim as parcelas serão de R$ 330,56. Acesse o site e faça sua simulação gratuita.

Existem mais alternativas?

Em conclusão o empréstimo não é a última saída para os inadimplentes no mercado financeiro. Claramente existem outros meios como tentar uma renda extra por meio de um segundo trabalho. Essa opção tem se tornando bastante popular, como a venda de:

  • Lanches;
  • Doces;
  • Artesanato, ou qualquer outra atividade que saiba fazer.

Além disso, os aplicativos de transporte como Uber e 99 podem ser ótimas opções. Espalhe a nova atividade entra família e amigos. Trarão bons resultados. Planeje-se e policie seus gatos, é possível reorganizar-se com essas simples e objetivas dicas. Boa sorte!

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